Quebrar barreiras: uma das missões do teatro

Por: Bernadete Travassos
bernadete_travassos@yahoo.com.br

Clara A arte imita a vida ou é a vida que imita a arte? Espetáculos como O Patinho Feio que, a partir de um dos contos clássicos da literatura mundial, mostra a importância da solidariedade e do respeito às diferenças; e a história de Clara Nunes, na peça Deixa Clarear, que aborda a valorização da cultura negra e das religiões afro-brasileiras a partir de suas canções e de sua vestimenta, que remete aos orixás; comprovam que o festival de teatro EncontrArte está cumprindo uma de suas missões: quebrar barreiras, fazer as pessoas refletirem sobre os valores que norteiam nossa sociedade. Em tempos de intolerância religiosa, discriminação e preconceito, a arte e a cultura são fundamentais. E devem se unir cada vez mais à educação. Porque o palco é livre, não tem barreiras, não tem amarras, não tem cor, religião, credo, orientação sexual. E a escola também deve ser assim: formar seres humanos tolerantes,

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abertos a ouvir, refletir e respeitar, mesmo que não se concordem com tudo do que se aprendeu e estudou no colégio, ou assistiu no teatro, no cinema, TV ou internet. A democracia depende do respeito de um cidadão ao outro, algo expresso na Constituição brasileira. Estamos chegando à reta final desta 13ª edição do festival. Esperamos que você esteja curtindo tanto quanto atores, técnicos, produtores e demais profissionais envolvidos neste evento que já se tornou um acontecimento na Baixada e, no Estado, se firmou como o segundo grande encontro de teatro. E usando a interjeição usada pelas discípulas do deus Baco para expressar alegria, da qual o teatro se apropriou, nos despedimos dizendo: Evoé ! Foto de Paulo César Rega

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