#Conto: O olhar de Sophia

Por: Marcelle Abreu
marcelle_abreu22@hotmail.com

A campainha tocou. O espetáculo iria começar. Pouco

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depois, a luz se apagou e, logo, o silêncio se fez. É verdade que atrasou, por falha técnica, aviso, mas o atraso foi esquecido assim que os atores entraram em cena, enchendo o teatro de magia, alegria e fantasia.

Enquanto a menina está fascinada com o que vê, o senhor gargalha, com certeza relembrando os bons e velhos tempos. Foto: Marcelle Abreu.

Enquanto a menina está fascinada com o que vê, o senhor gargalha, com certeza relembrando os bons e velhos tempos. Foto: Marcelle Abreu.

A partir daquele instante, uma viagem ao tempo iria começar e todos juntos iríamos sonhar!
Pequena sophia e família. Foto: Marcelle Abreu.

Pequena sophia e família. Foto: Marcelle Abreu.

Apesar de encantada com a peça, que resgata a velha infância, onde a única preocupação das crianças é a de brincar o máximo possível antes da mãe chegar na janela e gritar: “Maria, já pra dentro!”, não resisti em olhar a minha volta. Foi então que os meus olhos encontraram com os dela. Tão pequenina, tão linda, tão frágil. Seus olhos mal piscavam. Quieta, absorta com o que via, lá estava a pequena Sophia. Era sua primeira ida ao teatro e Sophia já gostava do que via. A cada brincadeira apresentada no palco, seus olhos acompanhavam ligeiros, ela queria ver tudo. Teve momentos em que Sophia até se levantou, é que aos três anos não há levantada de pescoço que ajude, não é mesmo? E a doce Sophia não queria perder nada. Nada mesmo! Sophia é dona de olhos brilhosos, que me fizeram acreditar na vida, nos meus sonhos. Sophia tem olhos de criança de verdade: cheios de inocência, sonhos e alegrias. Ah, Sophia, o teatro brilhou ainda mais com a sua presença. Volte sempre, e que seus olhos continuem com o mesmo encanto de ontem.

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